O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) não deixou barato e reagiu às falas de Reimont (PT-SP), que chamou a operação contra o Comando Vermelho, no Rio de Janeiro, de “chacina”. Em entrevista ao Metrópoles, o parlamentar, sem papas na língua, afirmou que o petista “deve sofrer de algum problema mental”, chegando a comparar a situação a uma “psicopatia”.
Essas pessoas sofrem de algum problema mental, porque são as mesmas pessoas que chamam velhinhas com bíblia na mão, que rezam o pai-nosso, de terroristas e aplaudem quando vão pra cadeia. Por exemplo, o caso da Débora, né? Escreveu com batom uma estátua, eles chamam ela de terrorista. 14 anos de cadeia, eles vão lá e batem palmas.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro seguiu o desabafo, criticando o que considera hipocrisia da esquerda;
Agora eles choram lágrimas de crocodilo pela morte de 100 bandidos que estavam trocando tiro com a polícia. Isso daí, né? Eu acho que é beira uma certa, uma certa psicopatia. E tudo que a esquerda faz é pra construir uma narrativa que interessa a eles.
Irretocável: Eduardo Bolsonaro rebate de forma brilhante o deputado do Petê, que “classificou” a ação policial no RJ de “chacina”. pic.twitter.com/uC4k4iI5SR
— Talita - Mulher Patriota 🇧🇷 (@Tali_Mito22) October 29, 2025
Eduardo também aproveitou para mirar no ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e defender a atuação das forças policiais no Rio:
A polícia sempre dá a oportunidade do bandido se entregar. Não vão conseguir me convencer de que são anjinhos que não tiveram oportunidade na sociedade e, por isso, estavam segurando um fuzil AK-47, trocando tiro com a polícia. Inclusive, lamento que tenham falecido quatro policiais, esses sim, pessoas inocentes no meio dessa guerra.
O deputado ainda fez duras críticas ao sistema de audiências de custódia, acusando o ministro de fragilizar o combate ao crime:
Agora, só existe uma maneira de você reduzir a criminalidade: é combatendo. Não haverá redução de criminalidade enquanto o ministro da Justiça Lewandowski comemorar a soltura de metade dos presos em flagrante em audiências de custódia. Acho que o Brasil tem que inserir o sistema carcerário nessa equação da segurança pública, dar moral e retaguarda jurídica para o policial poder agir, e uma vez preso, não solte mais.