O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, abordou nesta segunda-feira (3) as recentes polêmicas envolvendo Vini Jr. e afirmou que mantém uma boa relação com o jogador, mas que não tem ingerência sobre sua vida pessoal. “Não sou o pai dele e nem o irmão, só quero ser o treinador”, declarou.
A declaração foi dada após o anúncio da última convocação da seleção em 2025, realizado na sede da CBF, no Rio de Janeiro. O Brasil enfrentará o Senegal, em Londres, no dia 15, e a Tunísia, em Lille, três dias depois.
Questionado sobre os episódios recentes envolvendo o atacante — como o desentendimento com Xabi Alonso, técnico do Real Madrid, e a repercussão do namoro com Virgínia Fonseca —, Ancelotti foi direto. “Temos uma relação muito boa com Vinicius, assim como com todos os jogadores. Quando acontece algo, conversamos e pedimos explicações. Ele reconheceu o erro e pediu desculpas”, afirmou.
O treinador reforçou que o episódio está superado. “Vinicius é um jogador importante, que pode nos ajudar muito. Temos carinho por ele e acredito que não há problema, nem aqui, nem no clube”, disse.
A fala de Ancelotti encerra uma sequência de rumores sobre a relação entre o técnico e o atacante, destaque do Real Madrid e da seleção brasileira. Mesmo sob os holofotes, o italiano evitou críticas públicas e preferiu reforçar o papel de liderança e disciplina dentro do grupo.
Com os amistosos de novembro, a equipe encerra o calendário da temporada em meio à preparação para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México.