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São Paulo promove evento internacional gratuito sobre Consciência Negra e Afrofuturismo
Expo chega à 5ª edição com debates, experiências culturais e ações ligadas à igualdade racial no Centro Cultural São Paulo
13/11/2025 11h51
Por: Natália Raquel
Divulgação/Prefeitura SP

A Prefeitura de São Paulo realiza nos dias 19 e 20 de novembro, no Centro Cultural São Paulo, a 5ª edição da Expo Internacional Dia da Consciência Negra. A informação destaca que o evento, com entrada gratuita, celebra avanços sociais impulsionados por políticas públicas voltadas às comunidades negras, indígenas e de imigrantes na capital.

 

Com o tema “Afrofuturismo na cidade de São Paulo”, a Expo propõe debates alinhados ao Programa São Paulo Farol Antirracista e reúne ações municipais de promoção da igualdade racial. A programação incentiva reflexões sobre passado, presente e futuro por meio de portais narrativos que integram o conceito afrofuturista.

 

O público recebe um passaporte simbólico para circular pelas atividades e acessar experiências ligadas ao afroempreendedorismo, à educação antirracista, à cultura e às conexões internacionais. A iniciativa busca consolidar São Paulo como referência em práticas e discussões sobre diversidade e inclusão.

 

A secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Regina Santana, afirma que a cidade pretende “traduzir sua visão afrofuturista” ao ampliar oportunidades e apoiar projetos da gestão e da sociedade civil. Segundo ela, a articulação entre secretarias fortalece políticas transversais de equidade.

 

A Expo é organizada por diversas pastas municipais, entre elas Direitos Humanos e Cidadania, Relações Internacionais, Educação, Cultura, Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Saúde, Esporte e Lazer, Turismo, Governo, Assistência e Desenvolvimento Social, Gestão, Subprefeituras e São Paulo Turismo.

 

O Afrofuturismo, tema central do encontro, integra cultura, estética e cidadania negra. Reinterpreta o passado sob perspectiva afrocentrada e projeta futuros com protagonismo negro. Além de conceito estético, funciona como ferramenta política ao inspirar ações concretas em educação, ancestralidade e tecnologia voltada à diversidade.

 

Em São Paulo, essa abordagem se fortalece ao combinar inovação, memória e políticas públicas para ampliar caminhos de diversidade e inclusão.