Notícias Derrota na justiça
Rafa Kalimann sofre novo revés em disputa contra a Perdigão; condenação é por quebra de contrato após parceria com concorrente
Justiça barra recurso da influenciadora e mantém multa elevada em processo movido pela empresa
19/11/2025 16h10
Por: Mateus Pereira Fonte: Metrópoles
Foto: Instagram | @rafakalimann

A briga judicial entre Rafa Kalimann e a Perdigão ganhou um novo capítulo nada favorável para a influenciadora. Segundo informações do Metrópoles, a famosa sofreu mais uma derrota na tentativa de reverter a condenação pela quebra de contrato após participar de uma ação patrocinada pela Seara, concorrente direta da marca que a contratava.

Rafa havia apresentado um recurso especial em agosto, tentando derrubar a decisão que elevou para R$ 190 mil o valor da multa a ser paga à BRF, dona da Perdigão. A defesa argumentou que o aumento teria sido aplicado de forma equivocada e usou como referência outro caso semelhante já decidido pela Justiça.

Meses depois de iniciar a nova ofensiva jurídica, o recurso da influenciadora foi inadmitido e impedido de seguir para o Superior Tribunal de Justiça. A decisão afirma que Rafa alegou violação de dois artigos do Código Civil, mas não conseguiu demonstrar de forma adequada a suposta ofensa às normas, nem apresentou comparação detalhada com outros processos similares.

A Justiça também entendeu que o recurso exigiria que o STJ reexaminasse provas e cláusulas contratuais, algo que não pode ser feito pelo tribunal por proibição legal. Com isso, a tentativa da ex-BBB de reduzir os valores foi encerrada — pelo menos por enquanto.

Rafa Kalimann responde ao processo por descumprir cláusula de exclusividade ao aparecer em um camarote patrocinado pela Seara. Na ocasião, ela posou em frente a um carrinho de cachorro-quente da marca rival e ainda elogiou os produtos diante dos seguidores.

A Perdigão decidiu cobrar uma multa que, atualizada, chegou a aproximadamente R$ 566 mil. Rafa foi condenada e, embora tivesse conseguido reduzir o valor para R$ 38 mil em um primeiro momento, a Justiça voltou a elevar a quantia para os atuais R$ 190 mil.