O ator Felipe Folgosi, conhecido por seus trabalhos em telenovelas da TV Globo e da Record, utilizou suas redes sociais neste sábado (22) para emitir uma crítica veemente à prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em sua manifestação, o artista alegou que o Brasil estaria operando sob um “sistema anticristão” e utilizou a oportunidade para estabelecer uma comparação da detenção do político com o episódio da crucificação de Jesus Cristo.
Em um vídeo publicado em suas plataformas digitais, Felipe Folgosi surgiu com os olhos marejados ao comentar a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida de prisão preventiva foi tomada após serem indicados indícios de que o ex-presidente, que cumpria prisão domiciliar, poderia ter violado as medidas cautelares e estaria sob risco de fuga.
O ator classificou o momento político como uma perseguição, ligando o contexto atual a um movimento de combate à fé cristã, conforme sua leitura dos fatos.
Na sequência, Folgosi estabeleceu uma analogia direta entre a prisão de Bolsonaro e a narrativa bíblica do julgamento e morte de Jesus Cristo. O artista sugeriu que a detenção seria resultado de um processo viciado, baseado em acusações falsas e sem provas concretas.
“Mas é o seguinte: há dois mil anos atrás, prenderam Jesus num julgamento fabricado, sem provas, com acusações falsas. E o inimigo achava que ia vencer, mas ele não sabia que prendendo Jesus, condenando ele à morte, ele estava assinando sua própria derrota, porque Jesus ressuscitou, venceu o mal e hoje ele é vivo,” declarou o ator em seu vídeo, estabelecendo a conexão entre os dois eventos.
Para finalizar sua manifestação, Felipe Folgosi leu um versículo da Bíblia e lançou um convite aos seus seguidores para que organizassem uma corrente de orações dedicada a Bolsonaro. O ator concluiu sua fala com um apelo à resistência da comunidade religiosa.
“Então pessoal, vamos orar, mais do que nunca estão querendo proibir vigília de oração, perseguir a igreja,” disse o artista, reforçando a crença de que haveria um esforço para coibir a liberdade de expressão e a mobilização religiosa.