O Poder360 trouxe à luz informações de que Fábio Luís Lula da Silva, apelidado de Lulinha e primogênito do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), supostamente recebia quantias mensais do ex-funcionário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Antônio Carlos Camilo Antunes, vulgo Careca do INSS, que está detido desde 12 de setembro de 2025.
O material obtido pelo portal provém da declaração de Edson Claro, um antigo colaborador de Antônio Carlos Camilo Antunes. Esse depoimento chegou a ser parcialmente integrado aos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga o INSS.
De acordo com Claro, além dos repasses mensais, estimados em aproximadamente R$ 300 mil, Lulinha teria partilhado empreendimentos com Antônio Carlos e realizado deslocamentos internacionais com ele, especificamente a Portugal. O montante global transferido não foi verificado, mas o valor aproximado ventilado foi de 25 milhões, sem especificações sobre qual moeda ou o intervalo preciso das transferências.
Até o momento, inexiste verificação formal dos apontamentos feitos por Edson Claro, que afirma estar sendo intimidado pelo seu ex-empregador. O depoimento, registrado em 29 de outubro de 2025, foi parcialmente consultada por membros da CPMI do INSS e pelo site de notícias, que teve acesso restrito, sob a condição de não liberar o conteúdo na íntegra.
O ex-empregado teria enfrentado obstáculos para ser convocado pela CPMI, principalmente por parlamentares alinhados ao governo. Sua convocação, conforme a matéria, acabou sendo impedida. Ambos, Lulinha e Careca do INSS, refutam quaisquer atos ilícitos e não emitiram declarações formais sobre os valores financeiros citados por Edson Claro.