Notícias Política
Líder espanhol denuncia ditadura de Lula e Flávio agradece apoio em meio a candidatura
Presidente do partido Vox, Santiago Abascal apontou família Bolsonaro como “única salvação” para o Brasil
09/12/2025 11h57
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Flávio Bolsonaro - Reprodução: Luis Nova/Metrópoles

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) expressou gratidão pelo suporte recebido do político espanhol e presidente do partido conservador de extrema-direita Vox, Santiago Abascal, em uma mensagem postada na plataforma X (antigo Twitter), nessa última segunda-feira (08).

Após confirmar ser o concorrente escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar a presidência em 2026, o representante no Congresso foi surpreendido por um comunicado de aprovação do membro de direita no Congresso dos Deputados.

Em sua postagem na rede social, Abascal celebrou a designação de Flávio como substituto de Jair Bolsonaro na competição para as eleições presidenciais do ano seguinte. Além disso, ele classificou a administração de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como uma “ditadura”, fazendo ainda críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem se referiu como “capanga”.

“Somente a família Bolsonaro podem salvar o Brasil da ditadura de Luiz Inácio Lula da Silva e seu capanga, o juiz De Moraes, e devolver a liberdade e prosperidade a esta grande nação”, publicou o espanhol.

Em contrapartida, Flávio agradeceu as palavras. “Obrigado pelo apoio, líder @Santi_ABASCAL! O mundo está acordando: os povos já identificam a perversidade da esquerda e elegem, cada vez mais, o caminho da ordem, da liberdade e do progresso. Seguimos juntos, lado a lado, na linha de frente desse movimento que está mudando a história”, respondeu.

O parlamentar Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou, em entrevista à TV Record, que somente irá renunciar à sua intenção de concorrer à Presidência da República caso o ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro esteja “livre, nas urnas”. A informação foi divulgada pelo portal R7, pertencente ao grupo Record.

Mais cedo, o senador já havia mencionado que poderia recuar na corrida ao Planalto, mas que haveria um “preço” para tal atitude. Ao ser questionado, ele respondeu que seu preço é “justiça”.

“E não é só justiça comigo, é justiça com quase 60 milhões de brasileiros que foram sequestrados, estão dentro de um cativeiro, nesse momento, junto com o presidente Jair Messias Bolsonaro”, afirmou Flávio, reforçando que sua pré-candidatura é “muito consciente”.