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Em novo clube, goleiro Bruno terá como companheiro outro atleta marcado por detenções; saiba quem
Clube do Espírito Santo aposta em um nome conhecido do noticiário policial para dividir o elenco na temporada de 2026
23/12/2025 18h33 Atualizada há 8 meses
Por: Redação
Bruno Fernandes. Reprodução/FutSport

O Capixaba, clube que já iniciou o planejamento para o Campeonato Estadual de 2026, tornou-se o centro das atenções no cenário esportivo nacional. Após confirmar  que contará com o goleito Bruno Fernandes, de 40 anos, para a próxima temporada. Bruno dividirá o vestiário com o atacante Jobson, outro atleta com um currículo negativo.

Anunciado pelo presidente do clube, Daniel Costa, Bruno Fernandes busca no Espírito Santo uma nova oportunidade no futebol profissional. Condenado pelo assassinato de Eliza Samudio em 2010, crime pelo qual cumpriu pena e atualmente responde em regime aberto, o goleiro vinha atuando em ligas amadoras. 

Relembre o caso Jobson.

Em 2016, Jobson, foi preso sob a acusação de estupro de vulneráveis no Pará, suspeito de aliciar e abusar de adolescentes em sua propriedade; nos anos seguintes, acumulou novas prisões por descumprir medidas cautelares da liberdade condicional, além de ter se envolvido em um acidente de trânsito com vítima fatal no Tocantins. Mesmo após períodos de monitoramento por tornozeleira eletrônica e diversas violações de restrições impostas pela justiça, como viagens não autorizadas e consumo de substâncias proibidas, Jobson tenta agora retomar a rotina nos gramados pelo Capixaba ao lado do goleiro Bruno.

Jobson fala de sua gratidão pela chegada ao clube:

 
 
 
 
 
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O goleiro Bruno Fernandes foi condenado em 2013 a 22 anos e três meses de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado da modelo Eliza Samudio, desaparecida em junho de 2010 após ser atraída para o seu sítio em Minas Gerais. O crime, que chocou o país e motivou endurecimentos na lei de feminicídio anos depois, teve como mandante o então atleta do Flamengo, que na época se recusava a reconhecer a paternidade do filho com Eliza, contando com a ajuda de comparsas como "Macarrão" e o executor "Bola"; atualmente, Bruno cumpre pena em regime aberto, enquanto o corpo da vítima jamais foi localizado pela justiça.