Notícias Sorte ou estratégia?
Conhecida por ganhar várias vezes na loteria, ex-BBB Paulinha Leite quebra o silêncio sobre processo da Caixa “Estou autorizada”
Influenciadora, famosa por ganhar mais de 30 vezes na loteria, afirma que sua empresa de bolões opera de forma legal e que ação judicial não é exclusiva contra ela
29/12/2025 18h18 Atualizada há 8 meses
Por: Redação
Paulinha, ex-BBB. Reprodução/Instagram/@paulinhaleittee

A ex-BBB Paulinha Leite voltou às redes sociais neste domingo (28) e segunda-feira (29) para esclarecer a polêmica envolvendo um processo movido pela Caixa Econômica Federal contra sua empresa, a Unindo Sonhos. Conhecida por sua sorte incomum  acumulando dezenas de prêmios que, segundo ela, já passam de 80 vitórias a influenciadora garantiu que suas atividades são legítimas.

A ação judicial, proposta originalmente em 2022, mas que ganhou novos contornos agora, questiona a legalidade da intermediação de apostas feita por empresas privadas. Para a Caixa, apenas o banco estatal tem autorização para explorar serviços lotéricos. No entanto, Paulinha rebateu: “Sobre esse processo da Caixa, ele existe há dois, três anos. É um processo antigo, só que o tribunal superior entendeu que o meu trabalho na 'Unindo Sonhos' é totalmente legal e legítimo. Eu estou autorizada a manter as atividades”, afirmou. 

O cerne da disputa está no modelo de negócio. Paulinha explica que sua empresa não realiza sorteios próprios nem vende bilhetes de loteria por conta própria. A Unindo Sonhos atua como uma organizadora de bolões:

A empresa reúne pessoas interessadas em dividir apostas e onde é cobado uma taxa pela logística, seleção dos números e registro oficial nas casas lotéricas.  A defesa alega que se trata de um "contrato de mandato", onde os apostadores autorizam a empresa a jogar por eles. A influenciadora também destacou que a Caixa está processando diversos sites que atuam no mesmo segmento de intermediação digital, e não apenas a sua marca. Recentemente, uma decisão em primeira instância chegou a ser desfavorável à empresa, mas foi suspensa pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que permitiu a continuidade das operações até o julgamento final.

Paulinha, que já faturou cerca de R$ 40 milhões em prêmios ao longo da vida, ironizou a perseguição e as teorias de que seria vidente ou teria informações privilegiadas. “Tudo começou com uma brincadeira com meus seguidores. Eu postava números, eles jogavam e ganhavam. Não sou vidente, mas vai que os números saem?”, brincou a ex-BBB, que agora foca suas atenções na Mega da Virada 2025.