O portal britânico Express revelou, nesta terça-feira (6), que Kate Middleton está entre as vítimas de uma ferramenta de inteligência artificial utilizada para criar imagens íntimas falsas de mulheres. O caso envolve o Grok, chatbot integrado à rede social X, antigo Twitter, que teria gerado conteúdos seminus atribuídos à princesa de Gales, gerando forte reação pública no Reino Unido.
Diante da repercussão, a Ofcom, órgão regulador britânico responsável por serviços de comunicação, entrou em contato urgente com o X para apurar se a plataforma está cumprindo as leis de segurança on-line. Segundo a entidade, há preocupação tanto com a exposição de mulheres quanto com a possível geração de imagens sexualizadas envolvendo crianças.
“Combater danos ilegais on-line e proteger usuários continuam sendo prioridades”, afirmou um porta-voz da Ofcom ao Express, destacando que a resposta da empresa será avaliada para definir se há indícios suficientes para a abertura de uma investigação formal.
Procurado, o Palácio de Kensington optou por não comentar o episódio. Nas redes sociais, internautas reagiram com indignação ao uso da imagem de Kate Middleton, relembrando que esta não é a primeira vez que a princesa enfrenta violações de privacidade, como no episódio de 2012, quando foi fotografada de topless em um momento íntimo na França.