Notícias Reação pós-discurso
Silas Malafaia sobe o tom contra Wagner Moura e alfineta o ator “Artista cretino”
O pastor Silas Malafaia utilizou suas redes sociais para rebater duramente as recentes declarações do ator Wagner Moura. Durante uma premiação, Moura associou o governo Bolsonaro ao fascismo e defendeu obras sobre a ditadura. Malafaia chamou o ator de “cretino”, questionou os investimentos bilionários na cultura em comparação ao salário de professores.
12/01/2026 18h56 Atualizada há 8 meses
Por: Redação
Silas Malafaia| Wagner Moura. Foto/ CRÉDITOS: Renato Araújo/Camara dos Deputados | Edu Araujo/Agnews

O pastor Silas Malafaia utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (12) para desferir ataques diretos ao ator Wagner Moura. A ofensiva ocorre em resposta à recente declarações de Moura, que classificou o governo de Jair Bolsonaro como "fascista" e um "eco da ditadura militar".

Em uma publicação no X (antigo Twitter), Malafaia não poupou adjetivos. Chamou Moura de "artista cretino" e questionou o patriotismo do ator, sugerindo que ele deveria trocar sua residência nos Estados Unidos por Cuba. Para o líder religioso, as falas de Moura não são apenas opiniões políticas, mas parte de uma engrenagem de propaganda financiada pelo Estado.

O pastor focou sua crítica em um ponto sensível para a opinião pública: a disparidade de investimentos. Malafaia contrastou um suposto reajuste de R$ 18 para professores com o orçamento de R$ 18 bilhões destinados ao setor cultural sob a gestão atual. "Na verdade, é compra de consciência e propaganda de governo", disparou o pastor, sugerindo que o apoio de artistas à pauta da memória da ditadura está condicionado ao recebimento de verbas públicas.

WAGNER MOURA !
Para esse artista cretino , governo bom é dar aumento de 18 reais para professores e 18 bilhões para o que eles chamam de cultura. Na verdade é compra de consciência e propaganda de governo . Você está morando no lugar errado, ao invés de EUA , vai morar em Cuba…

— Silas Malafaia (@PastorMalafaia) January 12, 2026

Para Malafaia, essa visão histórica é distorcida e serve apenas para alimentar a polarização. Ao focar no argumento financeiro, o pastor desloca o debate da "memória histórica" para a "justiça orçamentária", uma estratégia eficaz para mobilizar sua base digital contra a classe artística.