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Trump convida Lula para integrar conselho da paz em Gaza
O comitê surge como uma plataforma estratégica para arquitetar o encerramento dos conflitos na região da Palestina
19/01/2026 11h39
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Presidentes Lula e Donald Trump - Reprodução: Ricardo Stuckert / PR

O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, foi convidado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para compor o recém-criado “conselho da paz”. O comitê surge como uma plataforma estratégica para arquitetar o encerramento dos conflitos na região da Palestina. Contudo, o Palácio do Planalto ainda mantém sob análise o convite, sem uma resposta oficial de adesão.

Diferente da cautela brasileira, o mandatário argentino, Javier Milei, utilizou suas plataformas digitais neste sábado (17) para ratificar que integrará a equipe. Ao exibir o documento oficial, Milei ressaltou que será “uma honra” contribuir com o colegiado, que terá a liderança direta de Trump.

Além de chefes de Estado, a cúpula contará com nomes de peso da política e das finanças: Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA; Tony Blair, ex-ministro do Reino Unido; Marc Rowan, um investidor bilionário e Robert Gabriel, membro influente do Conselho de Segurança Nacional norte-americano.

Lançada oficialmente na última sexta-feira (16), a iniciativa representa o pilar central da segunda etapa da estratégia de Washington para a pacificação de Gaza. Ao introduzir a junta, Trump descreveu-a como o “maior e mais prestigiado conselho já reunido em qualquer momento e lugar”.

Eixos de Atuação

Segundo diretrizes da Casa Branca, os esforços do grupo não se limitarão ao cessar-fogo. A agenda de trabalho foca na reconstrução física e institucional do território, priorizando: consolidação de novas formas de governança, estreitamento de laços entre nações vizinhas e a captação de vultosos aportes financeiros e atração de capital privado para reerguer a infraestrutura local.