O médico Juan Freitas, filho do lendário pugilista Acelino “Popó” Freitas, utilizou suas redes sociais para relatar um episódio crítico e alarmante ocorrido em seu trabalho. Por meio de uma nota pública, o profissional comunicou o encerramento imediato de qualquer laço assistencial com um indivíduo, motivado por atos de assédio e um “comportamento obsessivo”.
De acordo com o depoimento, o cenário escalou para níveis inaceitáveis, ameaçando tanto sua reputação quanto sua segurança pessoal. Embora não tenha revelado detalhes do ocorrido, o médico fundamentou sua decisão no Código de Ética Médica, citando a perda total de confiança e a existência de “justa causa” em decorrência das atitudes impróprias do paciente.
A manifestação funcionou como uma advertência final para cessar as importunações. Freitas enfatizou que contatos futuros — sejam eles através de comparecimento físico, envios de textos ou qualquer forma de monitoramento — serão enquadrados formalmente como o delito de perseguição (stalking), conforme a legislação vigente.
Ação Judicial: Juan assegurou que está pronto para acionar as autoridades policiais e pleitear restrições judiciais se a insistência continuar.
Solidariedade: Ao encerrar o pronunciamento, o filho do campeão mundial ofereceu um conselho de cautela e coragem aos seus pares de profissão: “Protejam-se e não coloquem a vida profissional de vocês em risco”.