Mara Maravilha falou publicamente pela primeira vez após ser internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Nove de Julho, em São Paulo. A cantora e apresentadora, de 57 anos, precisou de atendimento médico de emergência no último domingo e permanece sob cuidados médicos desde então.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira, a equipe da artista informou que o quadro de saúde é estável e que Mara segue em recuperação, agora em um quarto, após passar três dias na UTI. Até o momento, não foi divulgada previsão de alta nem detalhes sobre o motivo da internação.
Na nota, a própria Mara se manifestou e aproveitou para reafirmar um desejo que havia tornado público dias antes de ser hospitalizada: a possibilidade de ingressar na política. Em tom religioso, a cantora declarou que não teme novos desafios. “Se Deus quiser me usar na política, não temerei, porque se Ele é por nós, quem será contra nós?”, afirmou.
A assessoria também relatou que, durante o período de internação, a artista passou a ser alvo de ataques. Segundo a equipe, além de críticas nas redes sociais, o número pessoal de Mara teria sido divulgado indevidamente, o que resultou em mensagens ofensivas e até ameaças. “As manifestações mais graves também partiram de haters e de algumas pessoas dos meios artístico e político”, diz o comunicado.
Antes de ser internada, Mara Maravilha esteve em Brasília participando de um ato político organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL). Após o evento, realizado sob chuva, ela publicou registros nas redes sociais e comentou a possibilidade de disputar uma vaga no Senado, o que ampliou a repercussão em torno de seu nome. A cantora segue afastada de compromissos públicos enquanto se recupera, acompanhada por equipe médica e familiares.