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Luísa Sonza detona 'carência' alheia e pede distância em cumprimentos “Fala! Não abraça“
Luísa Sonza viralizou ao pedir menos “cerimônia” e mais espaço pessoal. A cantora dispensou os abraços diários e mandou o recado: “Entendo que as pessoas têm carência, mas fala, não abraça!”
05/02/2026 16h18 Atualizada há 7 meses
Por: Redação
Luiza Sonza. Reprodução/O São Gonçalo

Luísa Sonza veio às redes sociais nesta quarta-feira, 4, para estabelecer uma nova fronteira em suas relações interpessoais: o fim da "cerimônia" e do excesso de toque físico no dia a dia. Sem papas na língua, a cantora classificou a necessidade constante de abraços como um reflexo de "carência" e pediu mais praticidade nos cumprimentos cotidianos.

O desabafo de Luísa foca naquelas interações repetitivas com pessoas do círculo comum, como colegas de trabalho ou amigos próximos. Para ela, o ritual do abraço deveria ser reservado para reencontros após longos períodos, e não para quem se vê rotineiramente. "Eu fico muito indignada. Vamos normalizar não precisar se dar abraço, ‘oi’, nossa, fazer toda aquela cerimônia com pessoas que a gente vê todo dia, tipo, sei lá, pessoas do trabalho ou amigos que a gente vê sempre”, explicou a artista.

Luísa sugeriu que as pessoas substituam o contato físico pela comunicação verbal direta, sem rodeios. “Entendo que as pessoas têm necessidade de carinho, carência, sei lá. Fala! Não abraça, gente!”, continuou. Segundo a cantora, o incômodo surge da frequência excessiva: “Agora, pô, você se vê toda semana, cara, o tempo todo… Para de me abraçar, pelo amor de Deus!”.

Este é o segundo episódio em poucos dias onde a cantora "solta o verbo". Recentemente, ela já havia batido de frente com cobranças sobre sua produtividade e os custos de sua carreira, deixando um aviso claro aos seguidores de que "gasta mais do que ganha" e que não aceitaria reclamações. Luísa posteriormente esclareceu que suas farpas são direcionadas aos haters que se fingem de fãs para criticar seu trabalho, pedindo que os admiradores reais não se deixem abalar.