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Polícia Civil indicia ex-BBB Pedro Espíndola por importunação sexual; caso segue para o Ministério Público
A Polícia Civil do Rio concluiu as investigações sobre o comportamento de Pedro Espíndola dentro do reality. Após análise técnica das imagens do programa, as autoridades decidiram pelo indiciamento do ex-participante devido ao episódio ocorrido com a participante Jordana no dia 17 de janeiro.
06/02/2026 18h40 Atualizada há 7 meses
Por: Redação
Pedro Spindola. Reprodução/TVGlobo

O que aconteceu sob as lentes do Big Brother Brasil 26 acaba de ganhar um novo e grave capítulo na esfera judicial. Nesta sexta-feira (06), a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) confirmou o indiciamento do ex-participante Pedro Espíndola pelo crime de importunação sexual. A decisão é baseada em uma análise pericial minuciosa de todo o material bruto gravado durante a estadia do investigado no programa.

O estopim da investigação foi o episódio ocorrido no dia 17 de janeiro, quando imagens viralizaram nas redes sociais mostrando Pedro tentando contato físico de cunho sexual com a participante Jordana sem o seu consentimento. A repercussão imediata forçou uma intervenção das autoridades, que agora confirmam: a conduta configurou crime.

Um detalhe relevante trazido pela Polícia Civil é que, durante todo o processo de apuração, Pedro Espíndola não foi localizado para prestar depoimento e apresentar sua versão dos fatos. Mesmo sem a oitiva do suspeito, a polícia considerou que as evidências visuais colhidas dentro do confinamento foram suficientes para sustentar o indiciamento técnico.

Com o inquérito concluído, o caso agora está nas mãos do Ministério Público, que decidirá se oferece denúncia formal à Justiça. Se condenado, o ex-BBB pode enfrentar penas que variam de 1 a 5 anos de reclusão, conforme previsto no Código Penal Brasileiro.