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Virginia Fonseca quebra silêncio sobre ligação com ‘Japa do PCC’: “Não associo pessoas a possíveis envolvimentos de terceiros“
Ao Bacci Notícias, a influenciadora comentou relação com Karen Mori, empresária citada como uma das sócias da empresa que deu origem à WePink
03/06/2026 09h00
Por: Rahabe Gabriela
Virginia Fonseca quebra silêncio sobre ligação com ‘Japa do PCC’: “Não associo pessoas a possíveis envolvimentos de terceiros“ / Reprodução Instagram

Virginia Fonseca se pronunciou após ter o nome ligado à empresária Karen Mori, conhecida nas redes e em reportagens como “Japa do PCC”. Ao portal BACCI Notícias, a influenciadora afirmou que conheceu Karen em eventos relacionados à antiga empresa que deu origem à WePink, mas negou qualquer envolvimento com atividades ilícitas.

“Não associo pessoas a possíveis envolvimentos de terceiros apenas por relações comerciais ou convivência”, declarou Virginia, responsável pela reportagem que trouxe detalhes sobre antigos vínculos empresariais relacionados à criação da marca de cosméticos.

Até o momento, Virginia Fonseca não foi formalmente acusada pelas autoridades e o caso segue em análise. A influenciadora também afirmou que nunca teve motivos para desconfiar de irregularidades envolvendo antigos parceiros comerciais e disse confiar nos sócios ligados aos negócios que antecederam a criação da WePink.

Entenda o caso

O nome de Karen Mori ganhou repercussão após a publicação apontar que ela integrou a sociedade da Pink Lash, empresa considerada o embrião da atual WePink. Karen foi sócia de Samara Martins e Thiago Stabile antes da consolidação da marca com Virginia Fonseca.

Karen Mori ficou conhecida pelo apelido “Japa do PCC” por ter sido casada com Wagner Ferreira da Silva, conhecido como “Cabelo Duro”, apontado por autoridades como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo a revista Piauí, Karen afirmou ter investido cerca de R$ 800 mil na abertura da empresa em 2017, em São Paulo. De acordo com ela, o valor teria vindo da venda de um veículo pertencente ao então marido. A publicação também afirma que a Pink Lash serviu de base para a criação da WePink, hoje um dos principais negócios de Virginia Fonseca. A sociedade envolvendo Karen Mori, porém, teria sido encerrada antes da entrada oficial da influenciadora no empreendimento.

Virginia estaria sendo analisada em apurações da Polícia Federal

Além da repercussão envolvendo Karen Mori, a reportagem da revista piauí também revelou que Virginia estaria sendo analisada em apurações da Polícia Federal a partir de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) produzidos pelo Coaf.

Os documentos apontariam movimentações financeiras consideradas atípicas em contas ligadas à influenciadora e empresas associadas. Segundo a publicação, o objetivo da investigação é verificar a origem dos recursos e a legalidade das operações financeiras.