Alcolumbre defende Moraes e dispara contra Flávio: “Todo mundo esqueceu os 131 milhões”

Presidente do Senado lembrou pedido relacionado a filme e afirmou que ainda não pretende pautar pedido contra ministro

02/09/2026 às 20h28
Por: Mateus Pereira Fonte: Metrópoles
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Fotos: Reprodução/fotospublicas.com, Agência Senado e Câmara do Senado
Fotos: Reprodução/fotospublicas.com, Agência Senado e Câmara do Senado

Segundo matéria do Metrópoles, Davi Alcolumbre saiu em defesa de Alexandre de Moraes nesta quarta-feira (2) durante a discussão sobre os pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal. O presidente do Senado também aproveitou o momento para fazer uma crítica indireta a Flávio Bolsonaro ao mencionar recursos solicitados a Daniel Vorcaro para a produção de um filme sobre Jair Bolsonaro.

A manifestação aconteceu depois de o senador Carlos Portinho cobrar uma posição sobre os pedidos contra Moraes. Alcolumbre afirmou que tem sido alvo de “muitas agressões” e indicou que pretende apresentar sua avaliação sobre o assunto em outro momento.

Antes disso, porém, fez uma ressalva. “Todo mundo esqueceu que pediram 131 milhões para as mesmas pessoas para fazer um filme e, agora, o culpado é só o ministro Alexandre de Moraes”, declarou, em referência aos valores que teriam sido solicitados ao dono do Banco Master para financiar a cinebiografia de Jair Bolsonaro.

Alcolumbre concluiu: “Agora, o culpado é só é o ministro Alexandre de Moraes”. Minutos antes, ao ser questionado por Cleitinho sobre a possibilidade de colocar um pedido de impeachment de Moraes em votação, respondeu de forma objetiva: “Não tenho”.

O presidente do Senado já havia demonstrado resistência às cobranças na terça-feira (1º), quando lembrou que existem 109 pedidos de impeachment contra os dez ministros do STF. Moraes acumula 55 requerimentos desde 2021, segundo as informações apresentadas no material.

A pressão aumentou depois da divulgação de mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro. Segundo o Metrópoles, André Mendonça encaminhou à PGR elementos da investigação relacionados ao caso. A Procuradoria, por sua vez, pediu a nulidade do material.

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