
Ao menos 13 pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Civil contra uma fábrica clandestina de produtos falsificados da WePink, marca que tem a influenciadora Virgínia Fonseca como sócia. Segundo informações do Metrópoles, a ação foi realizada na quarta-feira (2) em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, e o proprietário do local é procurado pelas autoridades.
A fábrica funcionava na Rua Porto, no bairro Chácara Cuiabá. De acordo com a investigação, os cosméticos falsificados eram comercializados por meio das redes sociais e também na Feira da Madrugada, no Brás, região central da capital paulista.
A Justiça havia expedido mandados de busca e apreensão contra os investigados. Durante o cumprimento das ordens, os agentes encontraram maquinário, equipamentos, insumos, embalagens, rótulos, etiquetas e recipientes semelhantes aos utilizados pela WePink.
Entre os presos estão Daniele dos Santos Stopa, Rodrigo Porfirio Camargo, Kimberli Marcela Carvalho Dias, Filipe Ferreira de Carvalho, Jesse Lass Santos, Nicole Nunes Caldas, Anna Karolina Pereira Porto, Leticia Ferreira da Silva, Levi Vitor da Silva Pereira, Vinicius Henrique Caetano Garrido, Henrique Camargo Vilaça, Jessica Silva de Souza e Vinicius da Silva Prado.
Segundo a polícia, parte dos detidos já havia sido presa em junho deste ano em outra fábrica clandestina que também produzia itens falsificados da WePink. Na ocasião, os suspeitos foram autorizados a responder ao processo em liberdade.
Diante da reincidência de alguns investigados, a Polícia Civil informou que pretende solicitar a conversão das prisões em flagrante para preventivas. Um dos argumentos apresentados é o risco de continuidade das atividades consideradas ilegais.
O caso foi encaminhado para a Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas, da Delegacia Seccional no centro de São Paulo.