
Em declaração impactante à jornalista Andréia Sadi, o jornalista Paulo Figueiredo expôs que uma anistia "ampla, geral e irrestrita" está em vias de ser concretizada no Brasil, independentemente das circunstâncias. Segundo Figueiredo, a proposta já teria sido apresentada à Casa Branca, indicando um movimento internacional em torno da medida.
Ele enfatizou que a anistia, em sua concepção, abrange a todos e não necessita de menções individuais, como a do ex-presidente Jair Bolsonaro. "Se não for agora, será feita outra posteriormente", ressaltou, sinalizando a inevitabilidade da ação.
Figueiredo, em conjunto com Eduardo Bolsonaro, tem engajado esforços junto à Casa Branca, tendo realizado visitas recentes à sede do governo americano. O plano delineado visa a aprovação da anistia em período posterior ao julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A implementação desta medida traria consigo desdobramentos significativos: os Estados Unidos poderiam suspender tarifas comerciais por um período de 60 dias, e a aplicação da Lei Magnitsky a ministros do STF poderia ser evitada, com exceção para o ministro Alexandre de Moraes. Em relação aos trâmites legislativos, o líder do PL, Sóstenes Cavalcante, declarou que aguarda o cronograma de Motta para definir a pauta da anistia e designar o relator.