O que sabemos sobre o assassinato do ativista pró-Trump Charlie Kirk

Atirador continua foragido após ataque em universidade de Utah; autoridades tratam caso como crime político

11/09/2025 às 12h22
Por: Natália Raquel
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Charlie Kirk. Foto: Reprodução/Instagram
Charlie Kirk. Foto: Reprodução/Instagram

O influenciador conservador e ativista pró-Trump Charlie Kirk, de 31 anos, foi morto a tiros na noite desta quarta-feira, 10, durante um evento na Universidade Utah Valley, em Orem, nos Estados Unidos. O ataque, classificado pela polícia como “direcionado”, ocorreu enquanto Kirk respondia a uma pergunta da plateia sobre tiroteios em massa.

Segundo o Departamento de Segurança Pública de Utah, o disparo partiu do telhado de um prédio vizinho. O tiro único atingiu Kirk, que chegou a ser levado de carro particular ao Hospital Regional de Timpanogos, mas não resistiu.

Suspeito em fuga

As autoridades acreditam que apenas uma pessoa tenha participado do ataque. O FBI chegou a deter um suspeito, mas ele foi liberado em seguida. A investigação segue em andamento, com buscas intensas. Analistas afirmam que a precisão do disparo e a forma de execução indicam planejamento prévio, o que tem dificultado a captura do atirador.

Reações políticas

O governador de Utah, Spencer Cox, classificou o episódio como “um assassinato político”. O presidente Donald Trump lamentou a morte e gravou um vídeo no Salão Oval, chamando o episódio de “um momento sombrio para os Estados Unidos”. Ele culpou a “retórica da esquerda radical” por fomentar a violência política.

 

Turnê interrompida

Charlie Kirk estava em sua primeira apresentação de uma turnê por 14 cidades americanas. Conhecido por discursos em universidades, ele produzia vídeos que frequentemente viralizavam em redes sociais.

 

Escalada de violência política

O assassinato acontece em meio a uma série de atentados e episódios violentos nos EUA. Nos últimos meses, o país registrou a morte de uma legisladora de Minnesota e do marido dela, um ataque incendiário contra a residência do governador da Pensilvânia e a tentativa de assassinato de Donald Trump durante a campanha eleitoral em julho.

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