Polícia prende suspeito de matar Charlie Kirk, ativista conservador aliado de Trump

Tyler Robinson, de 22 anos, foi entregue pela família no terceiro dia de buscas; Trump anunciou captura e disse que pedirá pena de morte.

12/09/2025 às 11h41 Atualizada em 12/09/2025 às 13h30
Por: Natália Raquel
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Charlie Kirk. Foto: Reprodução/Redes Sociais e Foto: Governo do Utah via AP
Charlie Kirk. Foto: Reprodução/Redes Sociais e Foto: Governo do Utah via AP

A polícia do Utah prendeu nesta sexta-feira, 12, Tyler Robinson, de 22 anos, suspeito de matar o ativista conservador Charlie Kirk, de 31, um dos principais aliados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A captura ocorreu após três dias de buscas e contou com a colaboração de familiares e amigos do suspeito.

O crime

Kirk foi atingido por um tiro no pescoço na quarta-feira, 10, enquanto participava de um debate na Utah Valley University. Segundo a investigação, o disparo partiu de um telhado a cerca de 200 metros do local. O FBI localizou um fuzil de alta potência usado na ação em uma área arborizada próxima ao campus.

A prisão

De acordo com o governador do Utah, Spencer Cox, o próprio Robinson confessou o crime a conhecidos, que avisaram a família. Foram eles que decidiram entregá-lo à polícia. “Quero agradecer à família de Tyler Robinson. Vocês fizeram a coisa certa”, disse Cox.

O FBI informou que interrogava o suspeito para confirmar sua participação no assassinato. Mais cedo, Trump já havia declarado acreditar na captura. “Eu acho que o pegamos”, disse em entrevista à Fox News.

Repercussão política

O assassinato de Kirk provocou comoção em Washington e foi condenado por políticos de diferentes partidos. Trump afirmou que pedirá a pena de morte para o responsável.

O corpo do ativista foi levado a Phoenix, no Arizona, no avião do vice-presidente JD Vance. A cerimônia contou com a presença da viúva, Erika Kirk.

Fundador da organização Turning Point USA, Kirk era conhecido por mobilizar jovens universitários em defesa de pautas conservadoras. Com grande presença nas redes sociais, tornou-se uma das vozes mais influentes do movimento que ajudou a consolidar a base eleitoral de Trump.

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