Até onde vai a influência? Mãe de adolescente da “turma” de Hytalo Santos abre o jogo

No podcast, mãe de adolescente envolvido com a “turma” de Hytalo Santos relembra episódios marcantes, fala sobre sentir-se sozinha na época e destaca o papel de Felca na denúncia contra o influenciador.

19/09/2025 às 16h44 Atualizada em 19/09/2025 às 17h46
Por: Redação
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Daniela Cacella. Montagem Portal Felipeh Campos
Daniela Cacella. Montagem Portal Felipeh Campos

Daniela Cacella, mãe de um dos adolescentes que integrava a “turma” de Hytalo Santos, participou do podcast Pod Isso, Karen?, apresentado por Karen Lopes, e falou sobre os episódios envolvendo o influenciador, atualmente preso acusado de exploração de menores. Durante a entrevista, ela elogiou o influencer Felca, responsável por denunciar publicamente Hytalo, e comentou a repercussão que teve quando seu filho fez uma tatuagem com o nome de Kamylinha Santos, episódio que gerou críticas na época.

Na conversa, Daniela relatou que se sentiu sozinha ao lidar com a situação. “Na época, com o meu problema com ele, eu fiquei sozinha. Fui eu, a louca, desequilibrada, né?”, disse. Ela reconheceu, porém, que Felca conseguiu dar visibilidade ao caso e que o episódio trouxe à tona a necessidade de respeitar a autoridade dos pais.

A mãe explicou que o adolescente fez a tatuagem sob pressão de Hytalo e Kamylinha. Ela contou que, durante uma viagem aos Estados Unidos, ajudou o filho a comprar presentes para a menina e, ao retornar, ele pediu alguns dias para ficar com ela.

“Nós viajamos pros Estados Unidos. Inclusive, ajudei ele a comprar vários presentes pra ela. E, na volta, ele pediu, por favor, pelo amor de Deus, deixa eu ficar uns dias agora com ela, porque a gente ficou quase um mês e pouco lá fora. Aí, eu falei, tá bom, deixo. Eu só berrei pra internet. A hora que ele apareceu com uma tatuagem, exatamente aqui onde eu tenho essa flor, que também era o nome do meu ex-marido que eu enterrei. E ele fez a mesma coisa. Ele botou um nome aqui e eu expliquei pra ele. Você vai botar e vai enterrar” recordou Daniela, reforçando que procurou orientar o filho sobre limites e responsabilidades.

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