A morte do cachorro Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, gerou forte comoção em todo o país e provocou uma onda de revolta nas redes sociais. O cão comunitário foi agredido por um grupo de adolescentes, encontrado com ferimentos graves e, diante do estado de saúde, acabou sendo submetido à eutanásia.
A Polícia Civil investiga o caso como crime de maus-tratos e informou que ao menos quatro suspeitos já foram identificados como participantes das agressões. Moradores da região organizaram protestos pedindo justiça, enquanto o episódio ganhou grande repercussão online.
Entre as manifestações mais contundentes, Ana Castela usou as redes para expressar indignação, relembrando também de um caso recente que também gerou repercussão nacional, onde um cavalo morreu após ter suas pernas decepadas pelo dono:
Matar cachorro é crime, decepar a pata de um cavalo é crime. Estou aqui para prestar meu apoio, não só pelo Orelha, mas por todos os animais que já sofreram. Não entra na minha cabeça como alguém pode ter um coração tão frio a ponto de fazer isso.
🚨VEJA: Ana Castela lamentou e criticou a morte do cachorro Orelha em Florianópolis SC. pic.twitter.com/2M2jvKQgEQ
— CHOQUEI (@choquei) January 26, 2026
O humorista Rafael Portugal também se pronunciou em um vídeo que ultrapassou 5 milhões de visualizações:
Orelha era um cão super dócil, tinha 10 anos e era mascote do local. Por que fizeram isso? Foi pura maldade. Não foi uma pessoa só, foram quatro. É muito triste. Agora precisa ter justiça, e a gente não pode deixar essa situação morrer.
As atrizes Heloísa Périssé e Paula Burlamaqui também lamentaram a morte do animal e cobraram providências das autoridades. Já a ativista Luisa Mell afirmou ter tido acesso ao laudo e disse que a situação pode ser ainda mais grave do que o divulgado oficialmente.
O jornalista Felipeh Campos também se manifestou por meio de suas redes sobre o brutal assassinato que chocou o país. Em publicação no Instagram, o comunicador refletiu sobre a crueldade dos adolescentes envolvidos no caso e cobrou por justiça:
Um cachorro simples, amado por todos, que recebia carinho, respeito e proteção dos moradores, e que também retribuía da única forma que sabia: cuidando do lugar onde vivia [...] Quatro adolescentes cometeram uma barbaridade difícil até de escrever [...] Isso não é “brincadeira de jovem”. Isso é crueldade. Isso é ausência total de empatia. Isso é um alerta social [...] Me pergunto, e pergunto a você: são sociopatas travestidos de adolescentes ou o reflexo de uma geração que cresce sem limites, sem respeito e sem misericórdia pela vida? [...] Não podemos deixar esse caso cair no esquecimento. Pelo contrário: precisamos gritar por justiça. Em 300 decibéis.
Felipeh também comentou mais sobre o caso em vídeo e fez campanha pelo abaixo-assinado da Defensora dos Animais Simone Ganem que pede ação das autoridades e justiça por Orelha. Você pode participar clicando aqui.