Governador de SC comenta assassinato do cachorro comunitário e anuncia medidas contra agressores: “A sociedade não aceita crueldade”

Caso do cão comunitário Orelha segue sob apuração da Polícia Civil e do Ministério Público, com foco em responsabilização e medidas legais; entenda

27/01/2026 às 13h05 Atualizada em 27/01/2026 às 13h06
Por: Mateus Pereira Fonte: Estadão
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Foto: Reprodução | Internet
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O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), comentou as providências adotadas pelas autoridades no caso que apura a morte do cão comunitário Orelha, de cerca de 10 anos, agredido na Praia Brava, em Florianópolis. Segundo ele, desde a solicitação para investigação, todos os procedimentos legais foram cumpridos sem irregularidades.

De acordo com Jorginho Mello, “foram colhidas provas, ouvidas testemunhas e cumpridos todos os trâmites legais sem atropelos”. O governador também destacou a reação pública diante do caso e afirmou que “ainda bem que a sociedade não aceita mais a crueldade”.

As investigações apontam que o cão teria sido agredido por um grupo de adolescentes. O caso é conduzido pela Polícia Civil e acompanhado pelo Ministério Público de Santa Catarina, por meio das Promotorias da Infância e Juventude e do Meio Ambiente da Capital.

Na manhã da última segunda-feira (26) a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados por maus-tratos e possível coação no curso do processo. Após a análise do material apreendido, o Ministério Público poderá solicitar novas diligências, arquivar o procedimento ou encaminhar o caso ao Judiciário para apuração de ato infracional, com aplicação das medidas socioeducativas previstas em lei.

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