Tiktoker encontra imagens de crimes em câmera comprada em bazar e caso vai parar na delegacia

Leonardo Viana, o Leo Colhado, relata descoberta chocante em cartão de memória, com registros de um crime de 2003

20/12/2024 às 15h16
Por:
Compartilhe:
Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram

O tiktoker Leonardo Viana, mais conhecido como Leo Colhado, surpreendeu seus seguidores nesta quarta-feira (18) ao compartilhar uma descoberta chocante. Ele comprou uma câmera digital por R$10 em um bazar e encontrou, no cartão de memória do aparelho, fotos relacionadas a crimes, incluindo imagens perturbadoras de armas, sangue e até de uma pessoa decapitada.

"Pra quem não sabe, eu garimpo câmeras em bazar. Essa aqui eu acabei de garimpar. Eu só não vou ligar ela pra vocês, porque tem um negócio aqui dentro que eu vou ter que levar para a delegacia. Eu acho que é a única coisa que tem que fazer", explicou Leo.
Após carregar a bateria da câmera, ele verificou o conteúdo e ficou chocado com o que encontrou. "Ela não é de pilha. Ela está com um cartão [de memórial aqui dentro, e é de bateria. Então eu dei uma carga nela aqui, e já vi algumas coisas que estão bem pesadas", descreveu. "Tem cenas de um crime aqui. Basicamente isso. Tem foto de algumas armas, de sangue e tem fotos de uma pessoa decapitada, cheia de sangue."

Leo também reagiu ao episódio inesperado. "Essas coisas só acontecem comigo. Eu garimpei essa câmera achando que ia ter a foto de uma família ou algo do tipo", desabafou.

Ele aproveitou para contar sobre outras descobertas em câmeras usadas. "Eu já encontrei fotos de sexo, já vi vídeos. Só que essas coisas eu sempre apaguei.
Mas nessa aqui, gente, tem umas 20 fotos de armas, um cara morto. E fizeram um book do cara morto. Vou ter que levar na delegacia. Só não vou conseguir mostrar as fotos pra vocês como eu sempre mostro, porque são fotos pesadas. E tudo real."

Na quinta-feira (19), Leo atualizou seus seguidores sobre o desfecho da situação. "Tem um departamento dentro da delegacia onde eles fazem buscas de crimes no digital (...) Levei a câmera na delegacia, o policial tirou o cartão [de memória], eles ficaram com a câmera. Eu não voltei com ela pra casa. Eles colocaram o cartão em um computador, eu não fiz isso aqui em casa porque o meu computador não tem entrada", relatou.

Além das imagens inicialmente descritas, foram encontrados outros arquivos. "E lá não tinham só aquelas imagens, tinham várias. Tinham imagens, arquivos e documentos de muita coisa, de muitos crimes. E aí eles entenderam que era a câmera de um perito, porque tem várias imagens de mortes", explicou.

Entre os registros, estava um crime ocorrido em 2003. A descoberta gerou impacto e reforçou a gravidade do material encontrado, levando as autoridades a darem seguimento às investigações.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários