
Pablo Marçal voltou a causar repercussão ao fazer ataques contra religiões de matriz africana durante uma entrevista ao canal BNTV. Questionado sobre se teria medo de “macumbaria”, o ex-candidato à Presidência respondeu com uma declaração que rapidamente ganhou destaque nas redes sociais: “Se macumba funcionasse, a Bahia era Dubai”.
Na sequência, Marçal fez novas críticas aos praticantes dessas religiões e associou a fé ao fracasso financeiro e pessoal. “Todo macumbeiro é um derrotado na vida. É gente invejosa e que não prospera”, declarou.
O empresário também criticou pessoas que, segundo sua visão, recorrem a práticas religiosas para tentar prejudicar quem alcançou sucesso financeiro. As declarações provocaram forte repercussão após a publicação da entrevista.
Além da nova polêmica, Marçal segue impedido de disputar eleições. O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, desembargador José Antonio Encinas Manfré, negou os recursos especiais apresentados pela defesa do ex-candidato, mantendo a condenação relacionada à campanha eleitoral de 2024.
A decisão preservou a inelegibilidade por oito anos, o que impede Marçal de disputar cargos públicos até 2032. O processo envolve a monetização e a transmissão de conteúdos em perfis de redes sociais durante o período eleitoral.
A condenação foi mantida depois que os recursos da defesa foram rejeitados pelo tribunal. O ex-candidato havia sido punido por uso indevido dos meios de comunicação social durante a disputa eleitoral.