“Entendi que precisa ter limite”, diz Bianca Andrade sobre educar o filho para as influências de telas e internet desde a infância

A influenciadora explicou a relação com o uso de celular que estabeleceu para Cris, seu filho de 3 anos com Fred Bruno

07/03/2025 às 09h06 Atualizada em 07/03/2025 às 09h35
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
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Bianca Andrade e Cris - Reprodução: Instagram
Bianca Andrade e Cris - Reprodução: Instagram

Com a série de vídeos "Vida no Off", Bianca Andrade traz como pauta a conscientização sobre o uso de telas e internet em excesso e como elas influenciam na saúde mental, trazendo especialistas como Dráuzio Varella para maior embasamento do assunto. Com isso, comentou que seu filho com Fred Bruno, Cris, de apenas três anos, foi o pontapé para sua reeducação, principalmente, com o celular.

"Não é sobre ficar sem celular, jamais, o celular foi a oportunidade de eu crescer na vida e de muita gente crescer, mas é importante descobrir os limites. Acordar e não pegar o celular imediatamente, acorda, respira, olhar a vida, agradece que acordou, vai dar uma abraço em quem você ama. Se você mora sozinho, vai se abraçar, depois pega o celular e começa o seu dia, é sobre isso", iniciou.

Ela explicou que a ansiedade gerada em crianças devido à exposição precoce às plataformas digitais foi o que a fez se atentar quanto aos cuidados no crescimento do menino.

"A ansiedade e meu filho também. Os médicos falaram para não dar tela para o meu filho, fui entender o que era, me aprofundei no assunto e entendi que a gente precisa ter limite", afirmou.

Bianca Andrade, Cris e Fred juntos — Foto: Reprodução / Instagram

Bianca Andrade, Cris e Fred juntos — Reprodução: Instagram

Além disso, a empresária relatou que sua preocupação quanto ao vício é, justamente, uma preparação para ser uma boa referência para Cris, sem deixar de lado suas necessidades profissionais, que nasceram na internet.

"Ele ainda não mexe no celular ele mesmo, a gente não está nesse ponto ainda. Mas a gente está trabalhando para ser exemplo para ele. Não peço o celular à toa, vivo o momento e pego quando preciso, porque é uma ferramenta de trabalho. Quero que ele seja igual".

"Enquanto não tiver nenhum problema com ele, enquanto a gente entender que está bem, está saudável, está tudo bem. A gente nunca escondeu o Cris completamente, porque os pais vieram da internet e isso não pode ser uma culpa para a gente. Mas gente dosa bastante, dá essa privacidade para ele e ele é incrível, muito carismático", concluiu.

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