
Nessa última quarta-feira (4), Graciele Lacerda falou, em seu Instagram, sobre os desafios da amamentação da filha Clara, nascida no Natal de 2024, fruto de seu casamento com Zezé Di Camargo. Segundo ela, devido à pressão alta durante a gestação, a bebê nasceu com 2,3 kg e dificuldade para sugar, o que atrasou a descida do leite.
"Clara nasceu pequenininha... ela não tinha muita força para sugar o meu peito. Então, meu leite demorou cinco dias para descer", contou. Nos primeiros dias, a filha recebeu complemento com fórmula e seguiu com o aleitamento em casa.
A influenciadora explicou que usou o método de translactação para estimular a produção:
"A Clara precisava fazer força e aprender a sugar para estimular meu peito a ter leite." Apesar de cansativo, ela manteve o esforço. "A gente fez isso toda vez que ela ia mamar, de três em três horas."
Ela também recorreu a chás, medicamentos e fitoterápicos. Por volta dos dois meses e meio, cansada do processo com o copinho, cogitou a mamadeira.
"Comecei a entrar com a fórmula... Quando ela estava com muita fome, se eu desse meu peito, ela chorava", explicou.
Determinada a oferecer leite materno, insistiu o quanto pôde. "Leite materno, para mim, era ouro... Eu não queria que meu leite secasse", desabafou. No entanto, perto dos quatro meses, decidiu encerrar. "Chegou um momento em que ela pegava meu peito e soltava, chorando", disse.
Com o emocional abalado, abandonou os equipamentos de amamentação. "Ela pegava o meu peito para dormir... Depois, ela foi parando, e meu leite secou. Dei até onde pude", afirmou. Apesar de valorizar a fórmula, confessou sentir falta do vínculo: "O peito acalenta... me causava uma angústia porque sabia que não tinha isso."
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