
Parentes de Juliana Marins, que morreu após cair no Monte Rinjani, na Indonésia, disseram ter descoberto o resultado da autópsia apenas pela mídia. Em entrevista ao jornal O Globo, a irmã da vítima, Mariana Marins, criticou a atitude do legista.
“Tudo o que eu sei, vi pela mídia. Em momento algum houve compaixão ou respeito suficiente para nos reunir e informar primeiro. Ficamos sabendo depois porque o legista quis seus 15 minutos de fama, mais um absurdo no meio de toda essa história”, declarou.
"Se o legista disser que a morte foi 12 horas após a primeira queda, isso é mentira. Temos relatos de turistas, registros, vídeos… muita coisa que comprova que a Juliana ficou viva por muito mais tempo [...] O ferimento fatal pode ter acontecido na última queda, já perto do resgate. Agora, se ele confirmar que foi entre 12 e 24 horas antes do resgate, isso muda tudo, diz muita coisa" concluiu.
A jovem brasileira Juliana Marins, de 26 anos, foi localizada sem vida no Monte Rinjani, ilha de Lombok, na Indonésia. Juliana estava em uma viagem de mochilão pelo Sudeste Asiático quando caiu em uma área de difícil acesso no último sábado (21). Após quatro dias de buscas intensas, equipes de resgate localizaram seu corpo, mas infelizmente ela não resistiu.