Justiça tenta penhorar bens de MC Guimê e Lexa por dívida de R$ 2,9 milhões

Valor é referente à compra de mansão em 2016; artistas negam omissão e dizem que tentaram acordo

08/07/2025 às 12h11
Por: Natália Raquel
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Lexa e Mc Guimê. Foto: Reprodução/Instagram
Lexa e Mc Guimê. Foto: Reprodução/Instagram

MC Guimê e Lexa enfrentam uma disputa judicial milionária envolvendo a compra de uma mansão em 2016. O casal, que se separou em 2023, é acusado de não ter quitado R$ 777 mil do imóvel adquirido. Com a atualização monetária, a dívida subiu para cerca de R$ 2,9 milhões.A Justiça de São Paulo já solicitou informações sobre ganhos dos dois artistas a entidades como Ecad, Abramus e gravadoras. O objetivo é verificar a possibilidade de penhora de bens e rendimentos vinculados a direitos autorais, shows e uso de imagem.

Na segunda-feira (7), Lexa se pronunciou publicamente. Em vídeo publicado no Instagram, a cantora afirmou que tentou diversas vezes chegar a um acordo, sem sucesso. “Já tentaram acordo, aceitaram, depois pediram mais. É cansativo tentar resolver isso. Parece que minha boa fé nunca é suficiente”, desabafou.

A artista ressaltou que a dívida está relacionada ao regime de comunhão universal de bens, que vigorava em seu casamento com Guimê. Por isso, o patrimônio conjunto foi incluído no processo. Em nota enviada à imprensa, a equipe jurídica de Lexa esclareceu que não houve determinação judicial de penhora sobre plataformas digitais, direitos autorais ou imagem. As medidas solicitadas foram feitas apenas pela parte autora da ação, e ainda não foram aceitas pela Justiça. A defesa também afirmou que outras dívidas relacionadas à parte contrária foram anexadas ao processo, o que motivou a entrada de outros credores na ação.

“Lexa sempre agiu com transparência e ética. Qualquer informação que diga o contrário distorce a realidade do processo”, afirmou a equipe da cantora, que destacou ainda que o processo segue sob segredo de Justiça.

Já a equipe de MC Guimê declarou que houve tentativas de acordo com a vendedora do imóvel, mas que não houve consenso. “Confiamos que a Justiça tomará a decisão mais adequada.”A disputa judicial continua em andamento. Até o momento, não há decisão definitiva sobre penhora de bens.

 
 
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