Saiba quem é Jo Frost, a Supernanny, e a doença rara que enfrenta

A apresentadora, famosa pelo programa Supernanny, revelou que sofre de anafilaxia, uma reação alérgica grave e rara que pode ser fatal.

15/07/2025 às 20h08 Atualizada em 15/07/2025 às 20h25
Por: Redação
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o Frost, conhecida como Supernanny. Reprodução/darkside.blog.br/
o Frost, conhecida como Supernanny. Reprodução/darkside.blog.br/

Jo Frost, conhecida como Supernanny, revelou aos 55 anos que enfrenta uma doença grave causada por alergias. No último sábado (12), ela usou seu Instagram para contar que sofre de anafilaxia, uma reação alérgica severa e inesperada que pode ser fatal.

“Já sobrevivi a mais choques anafiláticos do que estou preparada para contar em detalhes agora”, escreveu a apresentadora.

Supernanny: sucesso na TV e referência em educação infantil

Jo Frost se tornou um ícone da televisão nos anos 2000 com o programa Supernanny, (Reino Unido) exibido em diversos países, incluindo o Brasil. Na atração, ela ensinava técnicas de disciplina e comportamento para pais que enfrentavam dificuldades na educação dos filhos, sempre combinando firmeza com empatia. Sua forma prática e afetuosa de lidar com crianças problemáticas conquistou milhões de telespectadores, transformando sua carreira e consolidando seu nome como uma das maiores referências mundiais em educação infantil. Além da TV, Jo também escreveu livros sobre o tema e segue atuando como consultora familiar, ajudando famílias ao redor do mundo. No Brasil, Supernanny foi transmitido pelo canal GNT, e o SBT produziu uma versão brasileira com apresentação local.

O que é anafilaxia?

A anafilaxia é uma reação alérgica grave e potencialmente fatal que ocorre de forma rápida e inesperada. Ela pode ser desencadeada por alimentos, medicamentos, picadas de insetos ou outras substâncias que causem alergia no organismo. Os sintomas incluem dificuldade para respirar, inchaço no rosto e na garganta, queda de pressão arterial, urticária e, em casos graves, choque anafilático, que pode levar à morte se não houver tratamento imediato com medicamentos como a adrenalina. O reconhecimento rápido dos sinais é essencial para salvar vidas.

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