
Bruce Willis, aos 70 anos, enfrenta um estágio severo da demência frontotemporal (DFT), e, segundo informações do site norte-americano The Express Tribune, publicadas nesta terça-feira (22), ele estaria atualmente sem conseguir falar, ler ou se locomover. A sua condição de saúde tem se deteriorado com o tempo, tornando-o praticamente não verbal e com grandes limitações motoras.
O diagnóstico inicial veio à tona em 2022, quando sua família anunciou que o ator havia sido acometido por afasia, um distúrbio que compromete a comunicação. Já em 2023, os familiares confirmaram a evolução do quadro para DFT — uma enfermidade neurodegenerativa, progressiva e ainda sem tratamento definitivo.
Mesmo diante dos desafios, em abril de 2025, a família do astro de Duro de Matar (1988) divulgou uma atualização tranquilizadora, afirmando que seu estado de saúde, apesar das limitações, permanecia estável. Na ocasião, agradeceram as manifestações de carinho dos fãs e reforçaram a importância da união familiar nesse momento tão delicado.
A demência frontotemporal (DFT) afeta regiões do cérebro ligadas à linguagem, comportamento e personalidade, sendo diferente do Alzheimer por se manifestar geralmente em pessoas mais jovens.
A DFT era conhecida como doença de Pick e se trata de um conjunto de distúrbios que atingem partes específicas do cérebro, os lobos frontais. Ela provoca mudanças de humor, comportamento e personalidade, e leva à dificuldade de compreender e de produzir a fala. A doença não tem cura e piora com o tempo.