
Ozzy Osbourne, que morreu ontem aos 76 anos, já havia protagonizado uma ação inusitada com seu DNA: vendeu dez latas de chá contendo vestígios de sua saliva para possíveis clonagens futuras. A parceria com a empresa Liquid Death chamou atenção por unir humor e irreverência - marca registrada do cantor. “Nunca haverá outro Ozzy Osbourne, a menos que você tenha seu DNA”, dizia a propaganda.
Cada lata foi autografada por Ozzy e vendida a US$ 450 (cerca de R$ 2.500). A campanha brincava com a possibilidade de “recriar” o astro quando a ciência e a legislação permitissem. Os itens esgotaram rapidamente, e uma das latas chegou a ser revendida por US$ 4.655 (cerca de R$ 25 mil) no dia da morte do cantor, segundo o Business Insider.
Entre os compradores, estava Travis Barker, baterista do Blink-182 e fã declarado de Ozzy. Ele exibiu a sua lata em uma publicação no Instagram no mês passado. Barker já havia dividido o palco com o Black Sabbath durante a turnê de despedida da banda.
Ozzy enfrentava problemas de saúde nos últimos anos, incluindo um diagnóstico de Parkinson revelado em 2020. A causa oficial da morte ainda não foi divulgada.