Ex-‘A Grande Conquista’ relembra prisão militar: “Nunca vão tirar quem eu sou”

Em entrevista exclusiva ao portal LeoDias, Fellipe Villas, ex-policial militar e participante de “A Grande Conquista”, fala sobre sua prisão, expulsão da PM e o recomeço após o episódio.

04/08/2025 às 16h00 Atualizada em 04/08/2025 às 16h34
Por: Redação
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Fellipe Villas ex-participante de 'A Grande Conquista' — Foto: Reprodução/Instagram
Fellipe Villas ex-participante de 'A Grande Conquista' — Foto: Reprodução/Instagram

reality “A Grande Conquista 2”. A Polícia Militar abriu um processo disciplinar por ele ter desobedecido normas internas e agido contra a hierarquia da corporação.

Depois de passar 31 dias preso em unidades militares, Fellipe foi solto por ordem da Justiça. Em entrevista exclusiva ao portal LeoDias, ele contou como o episódio foi difícil, mas um aprendizado. “Chorei, sofri, mas cresci. Eles podem me tirar a farda, mas nunca vão tirar quem eu sou e fui”, disse.

Fellipe reforçou que, apesar de tudo o que passou, continua firme e determinado a seguir em frente. Ele está pronto para um novo começo e não pretende contestar a expulsão da Polícia Militar. Segundo ele, essa decisão vem da pressão contínua e do desgaste emocional que sofreu por parte da corporação

Como tudo aconteceu:

Fellipe Villas foi retirado de “A Grande Conquista 2” no dia 12 de julho do ano passado, mas sua saída não ocorreu por decisão do público, como costuma acontecer em reality shows. O ex-policial militar foi expulso por determinação da Polícia Militar do Espírito Santo, que abriu um processo interno contra ele. O motivo principal foi a participação no programa sem a autorização oficial da corporação, o que configurou desobediência às normas militares.

O Portal Leo Dias teve acesso a decisão que julgou a conduta do militar.  Segundo a comissão disciplinar da PMES, “o comportamento do acusado persistiu em violar as normas éticas, mesmo após receber orientações para o cumprimento correto dessas regras. Isso revela uma série de atitudes que afrontaram os valores fundamentais da Corporação, já que agiu com dolo, premeditação e má-fé, desrespeitando a disciplina e a hierarquia. Por esse motivo, seu comportamento é incompatível com a permanência nos quadros da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES).”

Diferente dos outros competidores que deixam a atração por votação popular, Fellipe teve sua trajetória interrompida por razões disciplinares e legais. Essa decisão gerou grande repercussão e levou o participante a cumprir prisão militar por cerca de um mês, dividida entre unidades em São Paulo e no Espírito Santo.

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