
O rapper e empresário P. Diddy denunciou estar vivendo em “condições desumanas” no Centro de Detenção Metropolitano de Brooklyn, em Nova York, onde está preso desde setembro de 2024. A alegação foi feita em novo pedido de liberdade sob fiança, protocolado pela defesa e revelado pelo site Page Six.
Diddy responde a acusações de tráfico sexual, extorsão e prostituição. A sentença está marcada para 3 de outubro. No documento enviado ao juiz Arun Subramanian, o advogado Marc Agnifilo afirma que o artista tem recebido refeições vencidas e infestadas de larvas.
“A comida infestada de larvas capturada naquela foto, infelizmente, não é uma experiência incomum. O MDC serve alimentos vencidos ou infestados de larvas rotineiramente”, afirmou o defensor, anexando registros fotográficos das supostas irregularidades.
A defesa solicita que Diddy aguarde o julgamento em liberdade mediante pagamento de fiança. Em pedidos anteriores, os advogados chegaram a propor um valor equivalente a R$ 270 milhões.
O caso ganhou repercussão não apenas pelas acusações, mas também por envolver possíveis implicações políticas. Segundo o Page Six, o ex-presidente Donald Trump estaria considerando conceder perdão ao rapper antes da sentença — hipótese ainda não confirmada oficialmente.
Em julho, os filhos de Diddy celebraram a decisão que o inocentou de três das cinco acusações. Ainda assim, ele permanece detido preventivamente enquanto responde pelas demais.