Rodrigo Malafaia, sobrinho do bispo Silas Malafaia, fala como é ser casado com marido, que vive com o vírus HIV

Modelo deu um show de informações necessárias a seus seguidores

28/10/2024 às 16h22 Atualizada em 28/10/2024 às 19h36
Por: Karine - Redação
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Reprodução/internet
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Rodrigo Malafaia, sobrinho-neto do bispo Silas Malafaia, falou como é viver com uma pessoa portadora do vírus HIV. Ele, que é casado com Leandro Bueno, ex-participante do The Voice Brasil, disse que hoje em dia o marido está indetectável e não corre o risco de transmitir a doença para ele.

O modelo ainda destacou que anteriormente, quando solteiro, estava mais suscetível a contrair o vírus, em vista que se relacionava com várias pessoas, muitas dessas não cientes que viviam com o vírus: “Quando eu era solteiro e tinha vários parceiros, eu provavelmente transava com várias pessoas que viviam com HIV que sabiam ou não sabiam que tinham o vírus, correto? Consequentemente, eu estava muito mais exposto porque uma pessoa que tem HIV e não se trata, tem muito mais chances de transmitir o vírus”, disse ele.

Rodrigo também reforçou que o fato de saber que o marido possui o vírus e se trata é muito mais seguro, já que os dois tomam todos os cuidados necessários para evitar uma possível transmissão.

 

O que é HIV indetectável?

A pessoa se torna um portador HIV indetectável quando a quantidade de vírus em seu corpo é tão baixa que não consegue ser detectada por exames. O termo "indetectável = intransmissível" é válido desde que a pessoa tenha a carga viral indetectável há pelo menos seis meses.

Para atingir esse status, é necessário aderir corretamente à Terapia Antirretroviral (TARV). O tempo que leva para alcançá-lo varia de pessoa para pessoa, podendo ser de 15 dias a 3 ou 4 meses.

Para saber se a carga viral está indetectável, é preciso fazer um exame de sangue chamado PCR quantitativo. Se o exame mostrar que a carga viral está indetectável, o paciente deve refazê-lo em 6 meses. 

É interessante ressaltar que o tratamento antirretroviral deve continuar pelo resto da vida, pois ainda não existe cura para o HIV. No entanto, com o tratamento adequado, é possível viver com o vírus e levar uma vida saudável, tanto quanto uma pessoa que não possui o vírus. 






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