Empresário morto a tiros no Aeroporto de Guarulhos era traficante de drogas, ex-detento e jurado de morte pelo PCC por dívida bilionária e encomenda de assassinatos

O assassinato aconteceu na última sexta-feira (8) em São Paulo

11/11/2024 às 07h13 Atualizada em 11/11/2024 às 07h31
Por: Karine - Redação
Compartilhe:
Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram

Um homem identificado como Antônio Gritzbach, de 38 anos, foi encurralado e morto a tiros no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na última sexta-feira (8). 

Segundo apurações do Ministério Público de São Paulo (MPSP), o empresário, que já foi preso e cumpria liberdade condicional com direito a tornozeleira eletrônica, era considerado rival da facção Primeiro Comando Vermelho (PCC) e jurado de morte. 

O homem teria desviado cerca de R$2 bilhões de um montante arrecadado com o tráfico de drogas internacional. Ele também teria encomendado o assassinato de dois membros da facção em 2021: Antonio Corona Neto, conhecido como ‘Cara Preta’ e Anselmo Bacheli Santa Fausta, o ‘Sem Sangue’.

O duplo homicídio teria acontecido em parceria com o agente penitenciário David Moreira da Silva e um outro homem chamado Noé Alves Schaum, que teria sido o principal executor do crime. Ele foi morto em janeiro do ano passado.

O crime de Guarulhos foi executado com 29 tiros de fuzil, sendo 10, direcionados para Antônio, que morreu na hora. Ele teria sido encurralado junto de seus filhos e quatro seguranças, que também ficaram feridos. Celso Novais, um motorista de aplicativo que passava pelo local na hora do crime, acabou sendo atingido por um tiro nas costas e morreu no dia de ontem (10). Ele deixa três filhos.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários