
O influenciador Léo Picon, irmão de Jade Picon, está no centro de uma nova polêmica após posicionar-se contra a proposta de emenda constitucional (PEC) que busca abolir a jornada de trabalho 6×1. Em meio a críticas, internautas resgataram um vídeo onde Bruno Moreira, conhecido como Brino e ex-funcionário de Léo, compartilhou detalhes de sua experiência profissional com o empresário, revelando que “odiava” trabalhar para ele e que recebia um salário considerado baixo.
As declarações de Brino foram feitas durante uma live com os youtubers Doarda, Sofia Santino e Ciclopin. Na conversa, Sofia perguntou a Brino: “Na época que você trabalhava com ele, tu não tinha um pouco de ódio não?”. “Odiava”, respondeu o influenciador.
Ao ser questionado sobre o salário, Brino revelou que recebia cerca de R$1.200,00. “Era pouco pra ele, né?”, comentou, referindo-se à condição financeira de Picon.
Além disso, Brino mencionou episódios inusitados vividos com Leo Picon, como a vez em que ele teria acordado nu na frente do funcionário. “E o pior, ele acordava pelado, e eu no sofá. E ele saia pelado. Se eu fosse uma pessoa que quisesse acabar com a vida dele, podia denunciar no Ministério do Trabalho, acho, porque ver o patrão pelado não está no escopo”, brincou o influencer.
Nas redes sociais, alguns internautas sugeriram que o tom de Brino era de brincadeira, já que ele e Léo Picon são amigos. No mês passado, Leo usou o X (antigo Twitter) para ironizar o trabalho de Brino como social media: “vocês tem alguém para indicar? Quero alguém que seja melhor que o Brino e que não me abandone.”