Família de Renato Aragão se pronuncia após suposto processo movido pela filha mais velha

Em nota, parentes do humorista dizem que os recursos de Juliana sempre foram administrados com orientação jurídica e afirmam estar abertos ao diálogo, apesar do processo que cobra quase R$ 900 mil.

18/11/2025 às 18h23
Por: Redação
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Família Aragão. Reprodução/Instagram
Família Aragão. Reprodução/Instagram

A família do humorista Renato Aragão se manifestou através de nota enviadao ao Portal Hugo Gloss nesta terça-feira (18) sobre uma suposta ação de cobrança movida por sua filha mais velha, Juliana Rangel Aragão, na Justiça do Rio de Janeiro. Juliana alega um suposto "calote" de quase R$ 900 mil referente a um empréstimo.

A equipe do eterno Didi e sua família afirmaram que a relação de pai e filha é a parte mais importante do episódio e que estão "abertos ao entendimento".

Entenda o Caso

Juliana Rangel Aragão, de 48 anos, filha do primeiro casamento de Renato Aragão com Martha Maria Rangel Aragão (falecida em 2014), entrou com o processo na 43ª Vara Cível do Rio. A cobrança seria para reaver um empréstimo de R$ 950 mil que Juliana teria feito ao pai em dezembro de 2018. Segundo a filha, o dinheiro não era de suas economias, mas sim da venda de um imóvel que ela herdou de sua mãe, a primeira esposa do humorista. Juliana alega que o pagamento total deveria ter sido concluído até o final de 2023, mas que apenas R$ 77 mil foram devolvidos, restando um saldo de R$ 872 mil, acrescido de juros e correção monetária.

O Lado da Família

Em seu comunicado, a família de Renato Aragão informou que os recursos herdados por Juliana sempre foram administrados com orientação jurídica para sua segurança. "A família segue aberta ao entendimento, sempre com respeito à relação de pai e filha, que é a parte mais importante desse triste episódio." A defesa de Renato Aragão afirma que, até o momento, não foi notificada oficialmente sobre o processo judicial.

Juliana é a filha mais velha do artista e tem quatro irmãos. Ela se tornou notícia nos últimos anos por trabalhar como motorista de aplicativo e por ter feito vaquinhas online para arrecadar dinheiro para despesas pessoais.

Veja a nota na íntegra:

“Há mais de uma década, e sempre com o apoio de orientação jurídica, ficou acordado que uma parte dos recursos herdados por Juliana da herança de sua mãe fosse administrada pelo pai, processo conduzido seguindo as orientações do advogado da própria Juliana. A intenção, desde o início, foi simples: garantir que seu patrimônio estivesse protegido e bem-organizado, de forma que ela pudesse utilizá-lo com tranquilidade ao longo do tempo, sempre priorizando também a segurança e o bem-estar de sua filha menor de idade.

Esse arranjo familiar —comum em muitas famílias que buscam apoio na gestão financeira  sempre funcionou de maneira transparente. Sempre que havia necessidade de movimentações extraordinárias que não eram do dia a dia (como despesas domésticas, uma vez que Juliana morava na casa do pai), eram registradas por escrito, justamente para que Juliana tivesse controle claro sobre o que tinha sido usado e o que permanecia reservado para ela.

Neste ano, porém, Juliana deixou a casa sem comunicar seu paradeiro e sem manter contato com a família, inclusive deixando a filha menor aos cuidados do avô.

Desde então, todas as tentativas de aproximação feitas pelo pai e pelos familiares têm sido sem sucesso. O que tem chegado à família são apenas notificações jurídicas, e-mails com teor de chantagem e conteúdos publicados na internet que não representam a realidade.

O único objetivo da família, neste momento, é preservar a integridade emocional de Júlia e garantir que os recursos pertencentes à própria Juliana continuem sendo administrados com responsabilidade, até que seja possível retomar o diálogo de forma respeitosa e segura. Também preocupa a interferência de terceiros, desconhecidos da família e que possam estar usando de má-fé na condução do processo, tentando se aproveitar da triste situação para ganhos financeiros.

Que fique claro que Renato Aragão não precisa nem nunca precisou dos recursos de Juliana e que isso nunca foi incorporado ao patrimônio dele nem de sua esposa, sendo apenas administrados pela família por segurança da própria Juliana.

A família segue aberta ao entendimento, sempre com respeito à relação de pai e filha, que é a parte mais importante desse triste episódio.”

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