
Nesta semana, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou um relatório sobre supostos avistamentos de OVNIs pelo mundo, idealizado pelo Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios (AARO).
A nomenclatura oficial foi alterada de “objetos voadores não identificados (OVNIs)” para “fenômenos anômalos não identificados” (UAP, na sigla em inglês). A razão da mudança foi para abranger a variedade de eventos observados em diferentes ambientes, incluindo não apenas o ar, como também o espaço e os oceanos.
O propósito da investigação é abordar avistamentos misteriosos de maneira mais aprofundada e séria. Para isso, um novo sistema de sensores, chamado GREMLIN, foi projetado para melhorar a detecção dos objetos estranhos. Ao todo foram identificados mais de 750 objetos não identificados registrados entre maio de 2023 a junho de 2024.
Segundo o documento, 708 avistamentos foram no ar, e 49 no espaço. Não houve relatos no oceano. Os fenômenos observados foram descritos como luzes no céu (65%), esferas ou objetos arredondados (22%) e a clássica forma de disco, característica comum em muitos relatos de OVNIs (1%).
Embora a quantidade de avistamentos seja alarmante, o relatório deixa claro que não há evidências de vida extraterrestre ou de tecnologias alienígenas em nenhum dos casos. A maioria foi atribuída a balões, drones e satélites. Todavia, há casos não solucionados que estão sendo estudados para uma melhor resolução. A teoria do departamento é de que esses objetos estejam ligados a tecnologia avançada que vem sendo testada (de forma autorizada ou não) por outros países.