Ivete Sangalo reage às críticas sobre a música 'Vampirinha' e acusa “padrão de pensamento” machista. Concorda com ela?

Ivete Sangalo abriu o jogo sobre a recepção mista de sua música “Vampirinha”. Em entrevista ao g1, a cantora disparou que a rejeição tem um culpado: o preconceito. Segundo ela, “é uma circunstância de eu ser uma mulher cantando isso” e que o público precisa mudar o padrão de pensamento, pois “existe espaço para um setlist dessa fuleiragem de carnaval”

20/02/2026 às 15h07 Atualizada em 20/02/2026 às 15h49
Por: Redação
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Foto: Instagram @ivetesangalo
Foto: Instagram @ivetesangalo

A cantora Ivete Sangalo se posicionou recentemente sobre a recepção mista de sua nova música, intitulada "Vampirinha". O lançamento, que gerou intensos debates nas redes sociais, levou a artista a refletir sobre o peso diferenciado que as críticas possuem quando direcionadas a figuras femininas no entretenimento.

Em entrevista ao portal g1 a cantora rebateu diretamente as críticas que a música vem recebendo nas redes sociais e afirmou que "é uma circunstância de eu ser uma mulher cantando isso". Segundo Ivete é preciso mudar o padrão de pensamento atual porque "existe espaço para um setlist dessa fuleiragem de carnaval" dentro do repertório feminino. A artista explicou que "a ideia é transformar Vampirinha numa sensação de gostosura, de leveza, carnavalizar" e defendeu que o resultado final cumpriu exatamente esse propósito ao concluir que "acho que foi isso que fizemos".

A polêmica em torno de Vampirinha se concentra no forte contraste entre o legado de Ivete Sangalo como a maior diva do axé e a letra da canção, que utiliza termos como: "É noite de Lua cheia e as vampira tão solta, com uns toquinho de roupa, descendo com o dedo na boca" e "Vou te chupar, chupar teu pescoço [...] E ficar vagando na madruga, doidão, combo de whisky, narguilé e gelo". 

Enquanto críticos e fãs apontam que a música sacrifica a qualidade lírica e a sofisticação da artista em troca de um apelo visual para o TikTok, Ivete rebateu as queixas afirmando que a rejeição é fruto de um padrão de pensamento machista que condena a fuleiragem apenas quando cantada por mulheres.

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