
Com exclusividade, a coluna Fábia Oliveira divulgou que o embate nos tribunais movido por Virginia Fonseca e pela marca We Pink, motivado por denúncias contra um item do seu catálogo, tomou rumos inéditos. Anteriormente, noticiou-se que a influenciadora e sua sociedade empresarial entraram com uma interpelação judicial visando o criador do perfil “Paullo R.” no YouTube. O imbróglio começou quando o acusado veiculou gravações alegando que a personalidade teria provocado a perda da visão de uma cliente devido ao uso do We Drop, cosmético elaborado e vendido pela We Pink. No processo, as requerentes solicitaram o rastreamento do gestor da conta, o banimento permanente do material audiovisual e o ressarcimento de R$ 20 mil por prejuízos à imagem, quantia destinada a uma entidade filantrópica.
Constatou-se que, no decorrer do litígio, as partes autoras esbarraram em sucessivos entraves para localizar quem gerenciava o espaço digital. A situação virou a favor da dupla após uma nova notificação enviada pelo Google, cumprindo a ordem proferida pela autoridade judiciária em 15 de junho. O magistrado incumbido do feito exigiu que a detentora da plataforma de vídeos fornecesse a qualificação completa do administrador do canal.
Atendendo à ordem, a corporação disponibilizou o registro civil e a documentação fiscal do indivíduo de 24 anos, juntamente com informes vinculados. Munidas desses elementos, a empresária e sua firma acionaram ferramentas computacionais do Poder Judiciário para rastrear a localização do promovido. Em decisão recente, proferida no dia 18, o juiz acolheu o requerimento e autorizou o levantamento nos bancos de dados. Assim que os endereços forem localizados, prevê-se que a defesa solicite a citação formal para que o jovem integre o processo e manifeste sua contestação perante o juízo.