
Uma nova etapa jurídica se inicia para Oruam nesta segunda-feira (23), com uma sessão agendada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O músico, que é alvo de um mandado de prisão desde o começo de fevereiro, teve sua detenção ordenada após indícios de que teria desrespeitado o monitoramento por tornozeleira eletrônica — acusação que ele rebate, atribuindo o problema a defeitos técnicos no acessório.
O processo em curso na Corte fluminense investiga uma suposta tentativa de homicídio direcionada a agentes de segurança. Mesmo com o compromisso judicial marcado, o cenário mais provável é a ausência do artista no tribunal.
A ordem de reclusão foi fundamentada na interpretação do Judiciário de que as condições impostas para sua liberdade provisória foram ignoradas. Em contrapartida, os representantes de Oruam argumentam que qualquer interrupção na transmissão ou dano no aparelho não foi fruto de uma conduta intencional.
Atualmente, o cantor permanece com o status de foragido perante o sistema de segurança pública.
A postura da defesa permanece firme quanto à não apresentação do rapper no momento. Na semana passada, os defensores foram enfáticos ao declarar que “não há previsão de entrega voluntária”. Paralelamente à ausência física do músico, os advogados trabalham na análise e elaboração de medidas processuais para tentar reverter o decreto prisional.