
A empresária, Maria Amélia Campos, nome à frente da confeitaria Maria Amélia Doces e atual vice-presidente do PL Mulher no Distrito Federal, oficializou sua pretensão à Câmara dos Deputados. O lançamento de sua pré-candidatura ao Legislativo federal, confirmado em 5 de fevereiro pelo Portal Metrópoles, conta com o respaldo de figuras centrais da direita, notadamente a deputada federal Bia Kicis e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Sua notoriedade na capital da República transcende o setor empresarial, consolidando-se pelo estreito vínculo de amizade com Michelle, para quem organiza celebrações familiares. A confeiteira é figura presente nos eventos do clã, sendo a responsável técnica pela confecção de bolos e guloseimas personalizadas.
O histórico de colaboração com a família Bolsonaro inclui momentos marcantes, como o período em que Jair Bolsonaro esteve sob prisão domiciliar. Naquela fase, Maria Amélia foi a encarregada das encomendas comemorativas, atendendo pedidos tanto para o Dia dos Pais quanto para a festa de debutante de Laura Bolsonaro.
Um dos estabelecimentos comerciais da mineira está estrategicamente localizado nas proximidades do Condomínio Solar de Brasília, onde o ex-presidente residia antes de sua atual detenção. O ex-mandatário cumpre uma sentença de 27 anos e 3 meses no 19º Batalhão da Polícia Militar (19º BPM), conhecido popularmente como Papudinha, devido à sua condenação por liderar uma trama golpista.
Nascida em Bambuí, Minas Gerais, Maria Amélia nutre um interesse pela gastronomia desde a juventude. Sua mudança para Brasília ocorreu há 25 anos, período em que se instalou na capital federal e passou a integrar ativamente o cenário político local, sendo frequentemente vista no suporte e na organização de manifestações de apoio a Jair Bolsonaro.
Além do apoio de Michelle e Kicis, a empresária mantém proximidade com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Ela também integrou a mobilização intitulada “Caminhada pela Liberdade”, que partiu de Paracatu em 19 de janeiro e encerrou seu percurso em Brasília, seis dias depois.