SBT nega ligação de Daniela Beyruti para Erika Hilton após polêmica com Ratinho

Emissora afirma que foi a deputada quem procurou a presidência do canal para dialogar sobre o caso

13/03/2026 às 13h59
Por: Natália Raquel
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Imagem: Divulgação/SBT
Imagem: Divulgação/SBT

O SBT afirmou que não houve ligação da presidente da emissora, Daniela Beyruti, para a deputada federal Erika Hilton. A informação foi divulgada após a repercussão das declarações do apresentador Ratinho sobre a parlamentar.

Segundo a emissora, o contato mencionado nas redes sociais partiu da própria deputada, que teria procurado a direção do canal para tratar do assunto. O episódio aconteceu após comentários feitos por Ratinho em seu programa, nos quais ele criticou a eleição de Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.

Em manifestações públicas, Erika Hilton relatou que buscou diálogo com a direção do canal. Nas redes sociais, a parlamentar afirmou ter enviado uma carta e entrado em contato com a presidência do SBT para discutir as declarações feitas durante o programa. De acordo com ela, o canal teria reforçado que as falas do apresentador não representam o posicionamento institucional da emissora.

A deputada também comentou que mantém uma relação afetiva antiga com a emissora, lembrando que o SBT fazia parte da rotina de sua família. Em publicações nas redes, ela mencionou programas clássicos exibidos pelo canal, como Chaves e Chapolin, além da novela A Usurpadora.

A polêmica ganhou ainda mais repercussão depois que Ratinho questionou publicamente a escolha de uma mulher trans para comandar a comissão da Câmara voltada aos direitos das mulheres. As declarações geraram críticas de parlamentares e de parte do público nas redes sociais.

Enquanto isso, apoiadores da oposição também passaram a divulgar um abaixo-assinado nas redes sociais questionando a eleição de Erika Hilton para o cargo. O documento pede que a comissão seja presidida por uma parlamentar que represente “estritamente as prerrogativas das mulheres com base na distinção de sexo”.

Até o momento, o caso segue repercutindo no meio político e na televisão, ampliando o debate público sobre representatividade, liberdade de opinião e os limites das críticas no ambiente midiático.

 
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