PF estipula prazo para Eduardo Bolsonaro explicar abandono de cargo; entenda

Servidor da Polícia Federal no cargo de escrivão, Eduardo encontra-se afastado das atividades por causa de ausências consideradas não justificadas

16/03/2026 às 12h06
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
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Eduardo Bolsonaro - Reprodução: Pedro França / Agência Senado
Eduardo Bolsonaro - Reprodução: Pedro França / Agência Senado

Nesta segunda-feira (16), a Polícia Federal (PF) notificou oficialmente o ex-parlamentar, Eduardo Bolsonaro, acerca de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). A investigação foca na conduta do agente durante seu período como escrivão em Angra dos Reis (RJ), apurando uma eventual negligência funcional por ausência no posto de trabalho.

O comunicado, veiculado via Diário Oficial da União, destaca uma curiosidade logística: o documento assinala que o investigado se encontra “em lugar incerto e não sabido”.

Com a nota pública, o cronograma jurídico entra em vigor. Eduardo dispõe agora de um intervalo de 15 dias para protocolar sua contestação perante o colegiado encarregado do caso.

Servidor da Polícia Federal no cargo de escrivão, o filho do ex-presidente, Jair Bolsonaro, encontra-se afastado de suas atividades devido a faltas consideradas não justificadas. Ele mora nos Estados Unidos desde 2025 sob a justificativa de ser um alvo político no Brasil, demonstrando nenhuma intenção de retornar ao território nacional em um futuro breve.

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