
A expectativa no Palácio do Planalto é de que, nas próximas semanas, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgue dados positivos referentes ao combate à fome no Brasil. Informações obtidas pela coluna Milena Teixeira, do Metrópoles, indicam que a gestão federal projeta uma redução no contingente de cidadãos que enfrentam dificuldades de acesso a uma alimentação digna e regular.
O assunto é monitorado minuciosamente pela pasta de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, sob a tutela de Wellington Dias. Nos bastidores do governo, o sentimento é de que indicadores favoráveis podem consolidar a agenda social deste terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. É importante notar que, em julho de 2025, o país superou o Mapa da Fome, indicador empregado por órgãos da ONU para medir a vulnerabilidade alimentar da população.
Defensores do presidente sugerem que estas novas estatísticas sejam exibidas em conjunto com outro marco recente pelo Planalto: o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), cujo relatório foi publicado em maio. O documento das Nações Unidas revelou que o Brasil atingiu, pela primeira vez, o patamar de desenvolvimento humano classificado como “muito alta”, consolidando a marca mais expressiva desde o início do registro da série histórica.
O planejamento em pauta visa utilizar tais métricas durante a fase que antecede às eleições, reforçando os feitos da atual administração. Os colaboradores do petista planejam desenvolver campanhas publicitárias que coloquem lado a lado os índices de diferentes governos, enfatizando que o Brasil voltou a figurar no Mapa da Fome durante a administração de Jair Bolsonaro (PL) e conseguiu sair da lista sob a liderança do presidente Lula.