
A associação Juristas pela Democracia, composta majoritariamente por militantes de esquerda filiados a legendas como PT e PSOL, buscou judicializar a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca, onde ele defendeu a tipificação de facções brasileiras como terroristas. Embora alertado sobre os riscos estratégicos, dado que a legislação eleitoral veda interferências de potências estrangeiras no pleito nacional, o que poderia prejudicar o registro de sua candidatura, o senador ignorou a recomendação de evitar tal exposição.
Paralelamente, o atual governo enfrenta questionamentos sobre gastos vultosos. Dados da Gazeta do Povo apontam que Lula dispendeu R$ 190 bilhões em subsídios para energia, combustíveis e auxílios a categorias diversas para impulsionar sua reeleição, medidas que também fomentaram o endividamento familiar e mostraram-se ineficazes, como no caso da isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil.
Há a possibilidade de que opositores acionem o Judiciário sob a alegação de compra de votos, prática proibida direta ou indiretamente pela legislação eleitoral, analogamente aos crimes de corrupção envolvendo funcionários públicos e benefícios indiretos a terceiros.
Por fim, Brasília sedia um seminário internacional sobre direito e justiça, reunindo magistrados de 17 países para debater temas como inteligência artificial e a crise de credibilidade no Judiciário. O evento, que conta com as presenças de lideranças do STF, STJ e tribunais superiores, tem sido apelidado de “anti-Gilmarpalooza” por ocorrer simultaneamente ao fórum promovido pelo ministro Gilmar Mendes em Lisboa.
A comparação entre os dois encontros, marcados pelo contraste entre o apoio privado a eventos paralelos e a busca por ética, evidencia a atual divisão interna do Supremo Tribunal Federal.