
Um recente levantamento estatístico do PoderData, vindo a público na última sexta-feira (5), aponta que a conduta e a presença de Rosângela Lula da Silva no Executivo, sob o comando do atual mandatário petista, enfrentam forte resistência por parte de uma parcela expressiva da sociedade brasileira.
Conforme os dados apurados, mais da metade dos cidadãos consultados (52%) indicou insatisfação com a postura da primeira-dama no Palácio do Planalto. Uma fatia de 31% manifestou concordância com seu engajamento político, ao passo que 17% preferiram não se posicionar ou não souberam responder.
A rejeição às movimentações da socióloga ganha contornos mais nítidos nos seguintes recortes demográficos e sociais:
Faixa etária jovem: Alcança 61% entre indivíduos de 16 a 24 anos;
Escolaridade avançada: Chega a 72% entre os cidadãos que possuem diploma de nível universitário;
Poder aquisitivo elevado: Soma 74% na parcela com rendimento mensal acima de cinco pisos nacionais;
Fator geográfico: Concentra 70% dos residentes nos estados do Sul.
Em contrapartida, os índices de aceitação e apoio ao seu envolvimento na administração pública encontram maior eco em outras frentes:
Idosos: Predomina em 40% das pessoas com idade igual ou superior a 60 anos;
Instrução básica: Registra 41% de aprovação entre quem concluiu apenas o nível fundamental;
Menor rendimento: Equivale a 41% daqueles com ganhos limitados a duas remunerações básicas;
Fator regional: Encontra sua principal base de sustentação no território nordestino.
A amostragem nacional coletou as percepções de 2.500 participantes distribuídos pelo território brasileiro, com entrevistas realizadas entre 30 de maio e o primeiro dia de junho de 2026. O índice oscila dentro de um limite de variação de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, operando com uma taxa de fidelidade de 95%.